segunda-feira, 18 de outubro de 2010

Jesus Cristo -Getsêmani

No Getsêmani foi que meu Jesus orou,
Se entregando ao Pai mais uma vez.
Logo vieram pessoas para o levar
Para a maior das provações
Ele tanto amou tudo suportou.
Ele carregou a nossa cruz.
Ver os cravos nas mãos, seu corpo a sofrer
Naqueles momentos de dor.
Ver o mestre a chorar e foi por você
Que ele mostrou tanto amor.
Os soldados cuspiam no seu rosto nu...
Posso ouvir o clamor da multidão.
E Jesus a olhar aquele céu azul
Pede ao Pai que lhes dê o seu perdão.
Ele tanto amou, tudo suportou.
Ele carregou a nossa cruz.
Ver os cravos nas mãos, seu corpo a sofrer
Naqueles momentos de dor.
Ver o mestre a chorar e foi por você
Que ele mostrou tanto amor.
Ele tanto, tanto me amou.
Ele tudo por mim suportou,
Carregou minha cruz.
Ver os cravos nas mãos, seu corpo a sofrer
Naqueles momentos de dor.
Ver o mestre a chorar e foi por você
Que ele mostrou tanto amor.




domingo, 17 de outubro de 2010

AMOR INCONDICIONAL

Uma história de amor que superou qualquer limite.
No Paraná, a luta de um pai desesperado eo esforço da Justiça salvaram a vida de uma criança que recebeu dos médicos a sentença de morte.
Há doze anos a notícia de uma doença incurável e degenerativa mudou totalmente a vida de um engenheiro de Curitiba.
Para salvar o filho, ele deixou a profissão, fez dívidas e até aprendeu medicina.
Tudo para conseguir o que parecia impossível.

Horário de verão 2010


A 40ª edição do Horário de Verão (2010-2011) terá início à zero hora do dia 17 de outubro de 2010 (17/10/2010) e terminará à zero hora do dia 20 de fevereiro de 2011 (20/02/2011) (Decreto 6558/2008 de 08/09/2008).



O horário de verão 2010/2011 começa a partir de 0h do dia 17 de outubro de 2010. Significa que, da noite de sábado 16 para domingo 17, as pessoas que moram nas regiões onde o horário de verão vigora deverão adiantar seus relógios em uma hora.



O ano de 2010 é o segundo em que o horário de verão começa conforme um decreto assinado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em 2008. De acordo com esse decreto, o horário de verão começará sempre a partir da zero hora do terceiro domingo de outubro.



O horário de verão é um assunto bastante polêmico, gerando bastante controvérsia e possui defensores tanto do lado de quem quer que ele continue como do lado de quem acha um insensatez.



Os relógios deverão ser adiantados em uma hora nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste.



A previsão do Operador Nacional do Sistema (ONS) é que haja uma redução entre 4% e 5% na demanda no horário de pico, cerca de 2 mil MW. No Sudeste e Centro-Oeste, a redução na demanda deve chegar a 1.790 MW, o que equivale a uma cidade com 5 milhões de habitantes. Já na região Sul, a estimativa de redução é de 528 MW, suficiente para abastecer uma cidade de 1,5 milhão de habitantes.



O principal objetivo do Horário de Verão é a redução da demanda máxima durante o horário de pico de carga do sistema elétrico brasileiro. A mudança de comportamento dos consumidores associado com o retardo do início da utilização da iluminação pública reduz a coincidência do consumo de energia elétrica acarretando queda do consumo nos horários de pico no Sistema Interligado Nacional (SIN).



Como conseqüência ocorre uma maior segurança e confiabilidade operativa do sistema nas horas mais críticas, minimizando a necessidade de investimentos para atendimentos sazonais em áreas localizadas, evitando-se também a sobrecarga nas linhas de transmissão, subestações, sistemas de distribuição e unidades geradoras de energia.



Além do Distrito Federal, a medida abrange os mesmos estados dos últimos dois anos: Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Minas Gerais, Goiás, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul. Essa abrangência é explicada pelo fato de ser possível um aproveitamento mais eficiente da luz solar nessa época do ano nesses estados.



A mudança de horário no período do verão é um recurso adotado por diversos países do Hemisfério Norte (de março a outubro) e do Hemisfério Sul (outubro a março). Entre eles estão grande parte da Europa, os Estados Unidos, Rússia, Austrália, Nova Zelândia, Chile, Paraguai e Uruguai.

sábado, 16 de outubro de 2010

Volta Gloriosa de Jesus


(Mateus 24:30-31) - Então aparecerá no céu o sinal do Filho do homem; e todas as tribos da terra se lamentarão, e verão o Filho do homem, vindo sobre as nuvens do céu, com poder e grande glória. E ele enviará os seus anjos com rijo clamor de trombeta, os quais ajuntarão os seus escolhidos desde os quatro ventos, de uma à outra extremidade dos céus.

(I Tessalonicenses 4:16-17) - Porque o mesmo Senhor descerá do céu com alarido, e com voz de arcanjo, e com a trombeta de Deus; e os que morreram em Cristo ressuscitarão primeiro. Depois nós, os que ficarmos vivos, seremos arrebatados juntamente com eles nas nuvens, a encontrar o Senhor nos ares, e assim estaremos sempre com o Senhor.

(Apocalipse 1:7) - Eis que vem com as nuvens, e todo o olho o verá, até os mesmos que o traspassaram; e todas as tribos da terra se lamentarão sobre ele. Sim. Amém.

(Isaías 25:8-9) – Aniquilará a morte para sempre, e assim enxugará o Senhor DEUS as lágrimas de todos os rostos, e tirará o opróbrio do seu povo de toda a terra; porque o SENHOR o disse. E naquele dia se dirá: Eis que este é o nosso Deus, a quem aguardávamos, e ele nos salvará; este é o SENHOR, a quem aguardávamos; na sua salvação gozaremos e nos alegraremos.

Os dias da criação são literais?


Segundo Gerhard F. Hasel, falecido professor de Teologia Bíblica e Antigo Testamento na Andrews University, nos Estados Unidos, a semântica (estudo linguístico dos significados de palavras, frases, cláusulas, etc.) chama atenção para a questão crucial do significado exato da palavra hebraica yom. Poderia a designação “dia” (yom) em Gênesis 1 ter um significado figurativo? Ou deve ela ser entendida, com base nas normas da semântica, como um dia literal de 24 horas? Algumas pessoas, numa tentativa de evitar maiores problemas com o evolucionismo, aplicam a teoria dos dias-eras ao relato de Gênesis 1. Para elas, os seis dias da criação são, na verdade, longos períodos de tempo. Será que isso é possível? Antes de mais nada, é preciso deixar claro que o termo yom em Gênesis 1 não se liga a qualquer preposição; não é usado em uma relação construtiva; e não tem nenhum indicador sintático que seria de esperar para um uso extensivo não literal.



Nas Escrituras, a palavra yom invariavelmente significa um período literal de 24 horas, quando precedida por um numeral, o que ocorre 150 vezes no Antigo Testamento. Obviamente, no relato da criação existe sempre um numeral precedendo aquela palavra – primeiro, segundo, terceiro... sétimo dia – e essa regra para a tradução de yom como um dia literal aplica-se neste caso. O que parece ser significativo também é a ênfase dada à sequência dos numerais 1 a 7, sem qualquer hiato ou interrupção temporal.



Esse esquema de sete dias (seis dias de trabalho seguidos por um sétimo dia de repouso) interliga os dias da criação como dias normais em uma sequência consecutiva e ininterrupta. O relato da criação em Gênesis 1 não somente liga cada dia a um numeral sequencial, como também estabelece as fronteiras do tempo mediante a expressão “tarde e manhã” (versos 5, 8, 13, 19, 31).



A frase rítmica “e houve tarde e manhã” provê uma definição para o “dia” da criação; e, se o “dia” da criação constitui-se de tarde e manhã, é, portanto, literal. O termo hebraico para “tarde” – ‘ereb – abrange toda a parte escura do dia (ver dia/noite em Gênesis 1:14). O termo correspondente, “manhã” (em hebraico boqer), representa a parte clara do dia. “Tarde e manhã” é, portanto, uma expressão temporal que define cada dia da criação como literal. Não pode significar nada mais.



Outro tipo de evidência interna no Antigo Testamento para o significado dos dias resulta de duas passagens sobre o sábado no Pentateuco, que se referem aos dias da criação. Elas informam como os dias da criação foram compreendidos por Deus. A primeira passagem faz parte do quarto mandamento do Decálogo, e está registrada em Êxodo 20:9-11. A ligação com a criação transparece no vocabulário (“sétimo dia”, “céus e terra”, “descansou”, “abençoou”, “santificou”) e no esquema “seis mais um”.



As palavras usadas nos Dez Mandamentos deixam claro que o “dia” da criação é literal, composto por 24 horas, e demonstram que o ciclo semanal é uma ordenança temporal da criação. Aliás, como explicar a origem do ciclo semanal, se não pela criação em seis dias literais seguidos do repouso do sétimo dia? A semana não está vinculada a nenhum movimento ou fenômeno astronômico, como os dias (rotação da Terra), os anos (translação) e os meses. A palavra divina, que promulga a santidade do sábado, toma os seis dias da criação como sequenciais, cronológicos e literais. Dizer o contrário, portanto, é ir contra o Criador.



Por fim, uma última consideração: a criação da vegetação ocorreu no terceiro dia (ver Gênesis 1:11 e 12). Grande parte dessa vegetação parece ter necessitado de insetos para a polinização. Mas os insetos só foram criados no quinto dia (verso 20). Se a sobrevivência desses tipos de plantas, que necessitam de insetos e outros animais para a polinização, dependesse deles para a reprodução, então haveria um sério problema se o “dia” da criação significasse “era”.



Ainda mais: a teoria dos dias-eras exigiria um longo período de iluminação e outro de escuridão para cada uma das supostas épocas. Isso, é claro, seria fatal tanto para as plantas quanto para os animais. Os dias da criação devem ser entendidos como literais e não como representando longos períodos de tempo. Argumentar em contrário é forçar o texto bíblico a dizer o que não diz.



(Adaptado de Folha Criacionista n° 53, setembro de 1995, p. 26-30 – Sociedade Criacionista Brasileira)

Motivos para parar de fumar.

O cigarro é uma droga lícita, isso significa que sua venda é legalizada. Mas é uma droga que faz muito mal ao organismo humano, mais até do que algumas drogas que são ilícitas (venda proibida).



Fumar causa tantos danos ao organismo,mas muitas pessoas não tem nem um terço de noção disso. Nas embalagens de cigarro, vem fotos de vários males que o cigarro pode causar a saúde, mas mesmo assim pessoas fumam, pois o cigarro causa um vicio, uma dependência química.



São infinitos os motivos para uma pessoa não fumar: Aparecimento de enfisema, bronquite, asma, gripes constantes com recuperação lenta, e doenças cardíacas relacionadas diretamente ao hábito de fumar. O fumante perde o folego aos menores esforços, com tosses frequentes, pigarro ou catarro constantes. Agravamento de doenças como hipertensão, diabetes, colesterol alto, cardiopatias, doenças vasculares – derrames (principalmente em associação à pílula anticoncepcional-AVC) e doenças pulmonares.




Roma Papal Contra a Bíblia

A partir dos anos de 1200 à 1800, os líderes do Papado condenaram abertamente a leitura da Bíblia no vernáculo (língua do povo comum) e até mesmo perseguiu aqueles que eram pegos com cópias das Escrituras em sua posse. As sociedades Bíblicas (início de 1800) ganharam a guerra e espalharam a Palavra de Deus ao redor do mundo, porém, Roma não recuou da sua posição anteriormente pública. O Vaticano não mudou. A oposição papal de Roma para a verdade pura da Bíblia permanece até hoje. Observe estas afirmações históricas:



No Concílio de Toulouse (1229 dC), os líderes da igreja papal declararam: “Nós proibimos os leigos de possuírem cópias do Antigo e do Novo Testamento … Nós lhes proibimos mais severamente a terem os livros acima citados no vernáculo popular”. “Os senhores dos distritos deverão cuidadosamente procurar os hereges em habitações, casebres e florestas, e mesmo em seus retiros subterrâneos e deverão aniquilá-los completamente”. Papa Gregório IX, Concílio de Toulouse, 1229 dC.



O Concílio da Igreja Católica Romana de Tarragona decidiu também que: “Ninguém pode possuir os livros do Antigo e Novo Testamento na língua românica, e se alguém possuí-los, deve entregá-los ao bispo local, no prazo de oito dias a contar da promulgação deste decreto, de modo que eles possam ser queimados “. D. Lortsch, Histoire de la Bible en France, 1910, p. 14.



O Concílio de Trento (1545-1564) colocou a Bíblia na sua lista de livros proibidos, e proibiu qualquer pessoa de ler a Bíblia sem uma licença de um bispo católico romano ou inquisidor. O Conselho acrescentou estas palavras: “que qualquer um que se atrever a ler ou manter em seu poder o livro, sem essa licença, não deverá receber a absolvição, até que desista de seu costume.”



J.A. Wylie, uma autoridade no romanismo na era da Reforma, dedica dois capítulos de seu livro O Papado, sua história, dogmas, gênios, e perspectivas (Londres: Hamilton Almeida, 1888) sobre a atitude de Roma para com a Bíblia. Wylie afirma: “A Vulgata Latina é o padrão autorizado, na Igreja de Roma, para o desprezo do original hebraico e grego das Escrituras. Estes são omitidos no decreto [pelo Concílio de Trento] e uma tradução é substituída. Todas as traduções protestantes, como a nossa versão autorizada em Inglês, tradução de Lutero, são proibidas“. O Papado, sua história, dogmas, Genius, e Perspectivas, p. 181.



A tentativa de Roma para manter a “Bíblia dos homens” continuou a tempos recentes. O Papa Pio VII (1800-1823) denunciou as Sociedades Bíblicas e expressou choque com a circulação das Escrituras. Esse papa declarou: “É prova da experiência, que as Sagradas Escrituras, quando circulavam na língua vulgar, tinham, através da temeridade dos homens, produzido mais danos do que benefícios.”



O Papa Gregorio XVI (1831-1846) protestou: “contra a publicação, distribuição, leitura e posse de livros das Sagradas Escrituras traduzidos para a língua vulgar”.



O Papa Leão XII chamou a Bíblia protestante de “Evangelho do Diabo”, em uma carta encíclica de 1824. Em janeiro de 1850, ele também condenou as Sociedades Bíblicas e admitiu o fato de que a distribuição das Escrituras “há muito tempo fora condenado pelo Santo Dirigente”.



O Papa Leão XIII, declarou: “Tem sido claramente demonstrado pela experiência que, se a Bíblia Sagrada, no vernáculo é geralmente permitida sem qualquer distinção, mais dano do que utilidade tem assim causado…” Grandes Cartas Encíclicas de Leão XIII, pp. 412-413.



Em 8 de dezembro de 1866, depois de as sociedades bíblicas europeias terem sido formadas para traduzirem e difundirem a Palavra de Deus, o papa Pio IX, em sua encíclica “Quanta Cura”, emitiu esta declaração surpreendente: “O socialismo, comunismo, sociedades clandestinas, sociedades bíblicas… pragas desse tipo devem ser destruídas por todos os meios “.



Os esforços de Roma têm sido vencidos, pois o próprio Jesus Cristo declarou:

“O céu ea terra passarão, mas as minhas palavras não passarão “ (Mateus 24:35)