quinta-feira, 21 de abril de 2011

Que devo vestir?


Por Samuele Bacchiochi

O desejo de adornar o corpo com vestimentas que chamam a atenção, jóias custosas e cosméticos coloridos toca quase todos. Não é surpreendente, portanto, que através da história bíblica e da igreja tem havido apelos freqüentes para que nos vistamos modesta e decentemente.

O ensino bíblico sobre vestimenta e ornamentos é especialmente relevante hoje, quando muitos na indústria da moda atuam com pouco respeito pela dignidade do corpo humano criado por Deus. Neste artigo, apresentarei sete princípios básicos que podem guiar os cristãos em desenvolver uma filosofia de adorno pessoal. Estes princípios são o resultado de estudar exemplos bíblicos, alegorias e admoestações concernentes a vestuário, jóias e cosméticos.1

Princípio nº 1

Vestuário e aparência são um índice importante do caráter cristão. Vestuário e aparência são comunicadores não-verbais poderosos não apenas de status sócio-econômico como também de valores morais. William Thourlby, renomado conselheiro em matéria de vestuário, que aconselha executivos sobre “como se empacotar para ter êxito”, assinala que “inconscientemente ou não o vestuário revela um grupo de crenças sobre nós mesmos que queremos que o mundo creia”.2 O mundo de negócios há muito reconheceu a importância de vestuário e aparência em comercializar seus produtos, serviços e a imagem de suas companhias.

A Bíblia também reconhece a importância do vestuário. Implicitamente, isto é indicado pelo simbolismo de vestuário modesto usado para representar a provisão divina de salvação (“vestes de salvação”, Isaías 61:10; ver também Apocalipse 3:18; I Pedro 5:5) e de veste imodesta para representar adultério espiritual e apostasia (Ezequiel 23:40-42; Jeremias 4:30; Apocalipse 17:4-6). Explicitamente, isto é indicado pelas numerosas histórias, alegorias e admoestações concernentes a vestuário e adorno apropriados ou não.

A Bíblia encara a aparência externa como um testemunho visível e silente de nossos valores morais. Há pessoas que vestem e adornam seu corpo com vestes caras e jóias para se comprazer. Querem ser admiradas por sua riqueza, poder ou status social. Algumas se vestem de acordo com certas modas para serem aceitas por seus pares. O cristão se veste para glorificar a Deus.

O vestuário é importante para os cristãos porque serve de moldura para revelar a imagem dAquele a quem servem. Escreveu Ellen White: “De nenhum modo melhor pode você fazer brilhar sua luz para outros do que na simplicidade de sua veste e conduta. Você pode mostrar a todos que, em comparação com as coisas eternas, você atribui um valor correto para as coisas desta vida.”3

Como cristãos não podemos dizer: “Minha aparência não é da conta de ninguém!” porque nossa aparência reflete sobre nosso Senhor. Minha casa, minha aparência pessoal, o veículo que possuo, meu uso do tempo e do dinheiro — todos refletem como Cristo tem mudado minha vida de dentro para fora. Quando Jesus entra em nossa vida, Ele não cobre nossas manchas com pó cosmético. Em vez disto, Ele nos limpa inteiramente a partir do interior. Esta renovação interior reflete-se na aparência exterior.

O testemunho mais eficaz da mudança que Cristo operou no interior é um sorriso radiante no rosto de uma pessoa limpa e vestida apropriadamente. Uma aparência artificial e muito sofisticada, com jóias cintilantes e vestes extravagantes, revela não a radiância de uma personalidade centrada em Deus, mas a imagem artificial de uma pessoa egocêntrica.

Princípio nº 2

O adornar nossos corpos com cosméticos coloridos, jóias cintilantes e vestes luxuosas revela orgulho e vaidade, que são destrutivos para nós e para outros. Esta verdade emerge implicitamente de vários exemplos negativos e explicitamente das admoestações apostólicas de Paulo e Pedro.

Isaías censura judias ricas por seu orgulho evidenciado por se adornarem da cabeça aos pés com jóias cintilantes e vestes caras. Elas seduziram os líderes, os quais eventualmente levaram a nação à desobediência e castigo divino (Isaías 3:16-26).

Jezabel destaca-se na Bíblia por seu esforço para induzir os israelitas na idolatria. A corrupção de seu coração é revelada pela tentativa que fez em sua última hora de parecer sedutora, pintando seus olhos e adornando-se para a chegada do novo rei, Jeú (II Reis 9:30). Mas o rei não foi enganado e ela morreu de uma morte ignominiosa. Por causa disto, seu nome tornou-se um símbolo de sedução na história bíblica (Apocalipse 2:20).

Ezequiel dramatiza a apostasia de Israel e de Judá mediante a alegoria de duas mulheres, Oolá e Oolibá, as quais, como Jezabel, pintaram seus olhos e se cobriram de adornos para tentar homens ao adultério (Ezequiel 23). Nesta alegoria achamos de novo cosméticos e ornamentos associados com sedução, adultério, apostasia e castigo divino.

Jeremias também usa uma alegoria semelhante para representar Israel abandonada politicamente, que em vão procura atrair seus aliados idólatras de antes (Jeremias 4:30). Mais uma vez, cosméticos e jóias são usados para seduzir homens a praticar o adultério.

No Apocalipse, João provê um retrato profético de uma grande prostituta “vestida de púrpura e de escarlate, adornada de ouro, de pedras preciosas e de pérolas” (Apocalipse 17:4). Esta mulher impura, que representa a potência apóstata do tempo do fim, seduz os habitantes da Terra a cometer fornicação espiritual com ela. Em contraste, a noiva de Cristo, está vestida modestamente de linho puro e fino sem adornos exteriores (Apocalipse 19:7 e 8).

Assim, com poucas exceções metafóricas (Isaías 61:10; Jeremias 2:32; Ezequiel 16:9-14), tanto o Antigo como o Novo Testamento relacionam o uso de cosméticos coloridos, jóias cintilantes e vestes que atraem a atenção com apostasia e rebelião contra Deus. Esta série de exemplos revela a condenação divina de tal prática. O que é ensinado implicitamente no Antigo Testamento através de exemplos negativos é reiterado positivamente no Novo Testamento pelos apóstolos Paulo e Pedro em sua condenação do uso de jóias e vestes luxuosas.

Ambos os apóstolos contrastam o adorno apropriado de mulheres cristãs com os ornamentos inapropriados de mulheres mundanas. Ambos os apóstolos nos dão essencialmente a mesma lista de adornos inapropriados (I Timóteo 2:9 e 10; I Pedro 3:3 e 4). Ambos os apóstolos reconhecem que, tanto para homens como para mulheres, os adornos exteriores do corpo são incoerentes com os adornos interiores apropriados do coração — um espírito manso e atos benevolentes.

Princípio nº 3

Para experimentar renovação interior e reconciliação com Deus, é necessário remover todos os objetos exteriores de idolatria, incluindo jóias e adornos. Esta verdade é expressa especialmente através da experiência da família de Jacó em Siquém e dos israelitas no Monte Horebe. Em ambos os casos, adornos foram removidos para efetuar reconciliação com Deus.

Em Siquém Jacó apelou aos membros da família para que removessem seus ídolos e adornos (Gênesis 35:2 e 3) como um meio de preparar-se para uma purificação interior espiritual junto ao altar que pretendia edificar em Betel. A resposta foi louvável: “Então deram a Jacó todos os deuses estrangeiros que tinham em mãos, e as argolas que lhes pendiam das orelhas; e Jacó os escondeu debaixo do carvalho que está junto a Siquém (Gênesis 35:4).

No Monte Horebe Deus pediu que os israelitas removessem seus atavios como prova de seu arrependimento sincero por terem adorado o bezerro de ouro: “Tira, pois, de ti os atavios; para que Eu saiba o que te hei de fazer” (Êxodo 33:5). De novo a resposta do povo foi positiva: “Então os filhos de Israel tiraram de si seus atavios desde o Monte Horebe em diante” (Êxodo 33:6). A frase “desde o monte Horebe” (Êxodo 33:6) implica que os israelitas arrependidos assumiram um compromisso junto ao Monte Horebe de descontinuar o uso de atavios a fim de mostrar seu desejo sincero de obedecer a Deus. Tanto em Siquém como no Monte Horebe, a remoção de jóias ornamentais contribuiu a preparar o povo para uma renovação do concerto com Deus.

Essas experiências nos ensinam que o uso de jóias ornamentais contribui para a rebelião contra Deus — promovendo a glorificação própria — e que sua remoção facilita reconciliação com Deus encorajando uma atitude humilde. Portanto, para experimentar renovação espiritual e reforma, precisamos remover de nossos corações os ídolos que acariciamos — quer sejam exaltação própria, realização profissional ou posses materiais — e substituí-los por devoção a Deus.

Princípio nº 4

Os cristãos devem vestir-se de modo modesto e apropriado, evitando extremos. Este princípio se acha no uso que Paulo faz do termo kosmios (bem-ordenado) para descrever o adorno apropriado do cristão (I Timóteo 2:9). Quando se refere ao vestuário, o termo significa que o cristão deve vestir-se de um modo bem-ordenado, decoroso e apropriado. Este princípio nos desafia a dar atenção à nossa aparência pessoal, mas evitando extremos.

Vestir-se modestamente implica em que o vestuário deve prover cobertura adequada para o corpo de modo que outros não sejam embaraçados ou tentados. Este princípio é especialmente relevante hoje quando a indústria de modas procura vender vestes, jóias e cosméticos que exploram os poderosos impulsos sexuais do corpo humano, mesmo se isto significa vender produtos que promovem orgulho e sensualidade.

Podemos violar o princípio da modéstia tanto pela negligência da aparência pessoal como por dar excessiva atenção a ela. Aconselha Ellen White: “Vista-se com bom gosto e de modo apropriado, mas não se faça objeto de observações quer se vestindo de modo ostensivo, quer por se vestir de modo relaxado e desasseado. Aja como se soubesse que o céu o observa, e que você está vivendo sob a aprovação ou desaprovação de Deus.”4

Princípio nº 5

Os cristãos devem vestir-se de modo decente e digno, mostrando respeito para com Deus, para consigo e para com os outros. Este princípio se encontra no uso que Paulo faz do termo aidos (decência, reverência) para descrever o adorno cristão apropriado (I Timóteo 2:9). Os cristãos mostram reverência e respeito vestindo-se decente e sensatamente, sem causar vergonha ou embaraço a Deus, a outros ou a si mesmos.

Este princípio é especialmente relevante hoje, quando a indústria de modas freqüentemente rejeita respeito e decência como base para relações humanas construtivas. A Bíblia explicitamente condena a aparência sedutora: “Qualquer que olhar para uma mulher com intenção impura, no coração já adulterou com ela” (Mateus 5:28). As vestes reveladoras promovidas por alguns modistas da vanguarda despertam paixões sensuais em quem contempla e contribui para a depravação atual. Vestindo-se modestamente, os cristãos desempenham papel importante em manter a moralidade pública.

Deus nos convida a nos vestir modesta e decentemente, não só para prevenir o pecado, mas também para preservar intimidade. Pessoas que querem pecar pecarão não importa quão modestamente vestidas estão as pessoas que vêem. O propósito da modéstia é não só de prevenir desejos sensuais, mas também preservar algo que é muito frágil e não obstante fundamental para a sobrevivência da relação conjugal: a habilidade de manter uma relação íntima com seu cônjuge. Se o casamento há de durar a vida toda, como Deus planejara, então marido e mulher devem cooperar para preservar, proteger e nutrir a intimidade. Modéstia e decência preservarão o gozo da intimidade muito depois de terem soado os sinos do casamento.

Princípio nº 6

Os cristãos devem vestir-se sobriamente, evitando o exibicionismo. Este princípio se encontra no uso que Paulo faz do termo sophrosune (sobriedade) para descrever o adorno próprio do cristão (I Timóteo 2:9). Este termo denota uma atitude de domínio próprio, uma atitude que determina todas as demais virtudes. O apóstolo reconhecia que o domínio próprio é indispensável em ajudar o cristão a vestir-se modesta e decentemente.

Paulo descreve a mulher cristã convertida como a que se veste sobriamente, restringindo seu desejo de exibir-se pelo uso de penteados complicados, ouro, pérolas ou vestes dispendiosas (I Timóteo 2:9). Sua aparência não diz: “Olhe para mim; admire-me”, mas sim: “Olhe como Cristo me mudou de dentro para fora”. Uma cristã ou um cristão que foram libertados da preocupação constante de ser objeto de admiração não recearão usar a mesma indumentária freqüentemente, se é bem feita, modesta e cai bem.

A admoestação de Paulo para restringir o desejo de comprar e usar “roupas dispendiosas” (I Timóteo 2:9) também sublinha o princípio de mordomia cristã. Gastar além de nossos recursos é incompatível com o princípio cristão de mordomia. Mesmo se está a nosso alcance comprar vestes dispendiosas, não nos cabe desperdiçar meios que Deus nos tem dado quando há tanta necessidade de ajudar os carentes e de alcançar os que ainda não conhecem o evangelho.

Princípio nº 7

Os cristãos devem respeitar as distinções de sexo usando vestes que afirmam sua identidade masculina ou feminina. Este princípio é ensinado na lei que se acha em Deuteronômio 22:5, que proíbe o uso de roupas do sexo oposto. Um comentário bíblico, que reflete a opinião de muitos estudiosos, assinala: “O objetivo imediato desta proibição não era de impedir a licensiosidade, ou opor práticas idólatras…mas de manter a santidade da distinção dos sexos que foi estabelecida pela criação do homem e da mulher.”5

Este princípio é particularmente relevante hoje, quando muitos no mundo da moda não mais exclamam: “Viva a diferença!”, antes dizem: “Viva a semelhança!” De fato, a semelhança entre os estilos de penteado e as vestes de homens e mulheres têm se tornado tão grande que sua identidade é facilmente confundida.

A Bíblia considera importante preservar as distinções de sexo no vestuário. Isto é importante para nossa compreensão do que somos e do papel que Deus quer que desempenhemos. O vestuário define nossa identidade. Um homem que quer ser tratado como mulher provavelmente usará jóias, perfumes e vestes ornadas como as mulheres. De igual modo, uma mulher que quer ser tratada como homem provavelmente se vestirá como homem.

A Bíblia não nos diz que estilo de vestuário homens e mulheres devem usar, porque reconhece que o estilo é ditado pelo clima e a cultura. A Bíblia nos ensina a respeitar a distinção de sexo no vestuário conforme as normas da nossa própria cultura. Isto significa que como cristãos devemos nos perguntar ao comprar roupa: “Este artigo afirma minha identidade sexual, ou me faz parecer como se fosse do sexo oposto?” Quando sentir que certo tipo de vestimenta não pertence a seu sexo, siga sua consciência: não o compre, mesmo se estiver na moda.

Numa época em que a moda se inclina em abolir distinções de sexo no vestuário, nem sempre é fácil para cristãos acharem indumentária que afirma sua identidade sexual. Nunca foi fácil viver de acordo com princípios bíblicos. Mas esta é nossa vocação cristã — não nos conformar com os valores e estilos de nossa sociedade, mas ser uma influência transformadora neste mundo pela graça de Deus.

Conclusão

O vestuário não faz o cristão, mas cristãos revelam sua identidade por sua maneira de vestir e aparência. A Bíblia não prescreve um vestuário normativo, mas nos convida a seguir a simplicidade e ausência de pretensão do estilo de Jesus, mesmo em nossa indumentária e aparência.

Seguir a Jesus em nosso vestuário e aparência significa distinguir-se da multidão, não se pintando, não se cobrindo de jóias e não se embonecando como tantas pessoas fazem hoje. Isto exige coragem e discernimento. Coragem para não se conformar com os ditames sedutores da moda, mas ser transformado pelas diretrizes da Palavra de Deus (Romanos 12:2). Discernimento para distinguir entre a moda caprichosa que muda e o estilo sensato que perdura. Coragem para revelar a beleza do caráter de Cristo, não pelo adorno exterior do corpo ” com ouro, pérolas ou vestes dispendiosas”, mas pelo embelezamento interno da alma com as graças do coração e o espírito manso e tranqüilo que é precioso aos olhos de Deus (I Pedro 3:3 e 4). Coragem para vestir-se, não para glorificar a nós mesmos, mas para glorificar a Deus, vestindo-se modesta, decente e sobriamente.

Nossa aparência é um testemunho constante e silencioso de nossa identidade cristã. Possa ela sempre dizer ao mundo que vivemos para glorificar a Deus e não a nós mesmos.

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domingo, 17 de abril de 2011

Rir realmente é o melhor remédio



Médicos consideram o riso tão saudável quanto a prática de exercícios. De acordo com eles, uma gargalhada é como uma “malhação interna” – ela faz com que a sua pressão sanguínea baixe, assim como diminui o stress e ativa o sistema imunológico. Voluntários de uma pesquisa assistiram 20 minutos de comédia ou de números de stand up e seus hormônios relacionados ao stress e até mesmo o colesterol diminuiu um pouco. Além disso, seu apetite também foi estimulado. A gargalhada, então, pode prevenir doenças cardíacas, ajudar no tratamento da diabetes e é muito importante, principalmente, para idosos que não conseguem mais fazer tanto exercício físico.

O Dr. Lee Berk, da Universidade Adventista de Loma Linda, na Califórnia, acredita que as emoções têm um impacto muito grande na saúde do corpo. A quantidade de endorfina que é liberada no corpo é similar à que recebemos após o exercício.

Berk estuda a gargalhada por mais de vinte anos e mostrou que ela pode regular o organismo. Também é uma forma importante de se “desestressar” após um dia de trabalho.

Em seu último estudo ele dividiu voluntários em dois grupos. O primeiro assistiu “O resgate do soldado Ryan” e o segundo acompanhou peças de comédia. Amostras de sangue coletadas mostraram que aqueles que assistiram comédia tinham menos hormônios de stress e mais células imunológicas.

Em 97, Berk fez um estudo mais longo com pacientes diabéticos e com problemas cardíacos. Um grupo deveria assistir comédia todos os dias enquanto o outro não. No fim de um ano o grupo da comédia precisava de menos remédios para controlar a pressão do sangue.

(Hypescience)

Nota: "O coração alegre é bom remédio, mas o espírito abatido faz secar os ossos" (Provérbios 17:22). Está na Bíblia.


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Bactéria resistente contamina 25% da carne americana




Pedaços de carne obtidos em mercados de cinco cidades dos Estados Unidos revelaram a existência de uma bactéria resistente em quase 25% da carne bovina, de frango, porco e peru oferecida aos consumidores, demonstra um estudo publicado nesta sexta-feira. O estafilococo aureus, bactéria que pode provocar infecções na pele, pneumonia, septicemia ou endocardite, foi encontrado em 47% das mostras, segundo o estudo publicado pela revista Clinical Infectious Diseases. Mais da metade (52%) das amostras infectadas continha uma dura cepa do estafilococo aureus, resistente a pelo menos três tipos de antibióticos. Na maioria dos casos, a bactéria morre durante o preparo do alimento, mas os riscos de contaminação podem estar na manipulação da carne crua na cozinha e de outros utensílios, ou no consumo de carne muito mal passada. 

“Pela primeira vez, sabemos quanto de nossa carne e aves está contaminada com um estafilococo resistente aos antibióticos, e é essencial saber”, afirmou Lance Price, do Translational Genomics Research Institute de Phoenix, Arizona, coordenador do estudo. “O assunto é preocupante e exige atenção sobre como são utilizados os antibióticos na atual produção de alimentos para animais”, completou Price, para quem “provavelmente” a bactéria resistente “está na comida dos próprios animais”. 

O estafilococo aureus não figura entre as quatro bactérias que habitualmente o governo americano busca nas análises que faz da carne: salmonela, campylobacter, escherichia coli e enterococo. 

Mais de dois milhões de pessoas são infectadas nos Estados Unidos anualmente com estas bactérias. Centenas delas morrem, com um risco maior para crianças, idosos e pessoas com sistema imunológico vulnerável. 

As 136 mostras obtidas incluíram 80 marcas de carne e foram retiradas de 26 mercados nas cidades de Los Angeles, Chicago, Fort Lauderdale (Flórida), Flagstaff (Arizona) e na capital Washington DC. 

O estudo mostra que a bactéria foi encontrada dentro da carne e, portanto, não é, em absoluto, provável que a presença seja motivada pela manipulação. A culpa provavelmente recai sobre “as granjas industriais com densidade de estoque, onde os alimentos animais sistematicamente têm pequenas doses de antibióticos (...), ideal para um caldo de cultivo para bactérias resistentes que passam dos animais aos humanos”, destaca o estudo. 

“Os antibióticos são os medicamentos mais importantes que temos para tratar infecções por estafilococo; mas quando o estafilococo é resistente a três, quatro, cinco e até mesmo nove antibióticos diferentes - como comprovamos neste estudo -, os médicos ficam com poucas opções”, afirmou Price. 

O documento não avalia os riscos para a população desta cepa de estafilococo. “Agora, precisamos determinar o que significa isto em termos de risco para a saúde do consumidor”, disse o co-autor Paul Keim, diretor do Center for Microbial Genetics and Genomics da Northern Arizona University. 


Nota: Isso lá nos EUA. Agora imagine países em que a fiscalização é muito menos eficiente... Está na hora de levarmos mais a sério as palavras de Ellen White: “A luz que me é dada é que não tardará muito, teremos de abandonar o uso de alimentos animais. Mesmo o leite terá de ser rejeitado. Acumula-se rapidamente a doença. Acha-se sobre a Terra a maldição de Deus, porquanto os homens a arruinaram. Os hábitos e práticas dos homens levaram a Terra a tal condição que algum outro alimento precisa substituir a carne para a família humana. Não necessitamos absolutamente de alimento Cárneo. Deus nos pode dar outra coisa” (Conselhos Sobre o Regime Alimentar, p. 384, 385). Evidentemente que tudo deve ser feito com equilíbrio e oração. Precisamos pesquisar para saber que “outro alimento” usar em lugar da carne. Mas precisamos tomar sérias atitudes a esse respeito.[DB]



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terça-feira, 12 de abril de 2011

Empresa Serrana Descaso com PNE'S

Portador de necessidades especiais denuncia empresa de ônibus

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Publicado por Rodrigo Ferraz | Colocado em Vit. Da Conquista | Data: 12 abr 2011

Por Rodrigo Ferraz
Na manhã de hoje (terça-feira) a nossa reportagem entrevistou o portador de necessidades especiais e ex-presidente da ACIDE (Associação Conquistense de Integração do Deficiente), Ermenilson Oliveira (foto).
De acordo com ele, o ônibus da empresa Serrana que faz a linha Vila América-Centro e que possui elevador quebrou, impossibilitando a sua ida para o trabalho. “Colocaram outro veículo a disposição, mas não possuía o elevador. Fiquei impedido de ir e essa não é a primeira vez que acontece esse problema. A direção da empresa precisa tomar providências”, desabafa.


Nota: Esta situação é de fato uma falta de respeito não só com Hermenilson mais com todos os portadores de necessidades especiais, nós não temos medo de reclamar porisso somos chamados até de briguentos e causador de problemas, mais somos vítimas, esee é um dos casos que ocorreram mais tem muitos outros, eu Edvaldo O Almeida ja fui impedido de entrar no ônibus com elevador quebrado, quando tive que segurar nos corre mãos do ônibus, foi quando passageiros se despuseram a ajudar dentres outras irregularidades constatadas por fotos aqui no blog , ha uma deficiência grande na administração, nos funcionários e nos equipamentos da empresa Serrana, falta uma coisa somente uma coisa RESPEITO, e ainda tem mais a possíbilidade de continuar com essa vergonha se eles ganherem a licitação.


Gerente da Serrana fala a sua versão

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Publicado por: Rodrigo Ferraz | Categoria: Vit. Da Conquista | Data: 12 Abr 2011 às 12:46:09

Por Rodrigo Ferraz
O gerente da Serrana Transportes, José dos Santos (foto), revelou que a empresa tomou todas as providências para levar o portador de necessidades especiais ao seu local de destino.
Em entrevista a nossa reportagem, o gerente disse que o ex-presidente da Acide (Associação Conquistense de Integração do Deficiente) se negou a entrar no outro ônibus. “Ele afirmou que não se dava bem com o motorista e não quis entrar no transporte”.
Santos também revelou que a frota de ônibus da Serrana que são adaptados está acima da média cobrada pelo poder público.



nota: Gostaria de saber se o gerente esteve no local? com certeza não, mais como pode o mesmo dizer o que o cadeirante Hermenilson se negou a alguma coisa ou falou alguma coisa? independente de qualquer coisa nós deficientes temos problemas na coluna e utilizar ônibus sem adaptação agrava nossos problemas, e também temos que gritar que a falta de respeito não é pouca,  porisso estamos revoltados com a tomada de atitudes da Sintrans em relação a essa empresa, Sr Santos a frota está acima da média? ou será que por obrigação os ônibus ja saem das fábricas adaptados por força do Decreto de Lei 5.296?. Até 2014 queremos todos os ônibus adaptados, não estamos pedindo favor e sim exigindo um direito. O setor Jurídico da empresa provavelmente o informará. MP precisa ser informado dessas e outras atitudes bárbaras por parte da adm desta empresa e da Sintrans. quando eu falo que a acessibilidade em Conquista é uma Utopia ainda não acreditam. Eu canso mais não descanso.


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sábado, 9 de abril de 2011

Convenção Internacional sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência e seu Protocolo Facultativo, assinados em Nova York.




No link você entrará diretamente no decreto da convenção e verá quais as determinações internacionais que nos garante que o Brasil tem que cumprir, para isso é preciso você, as  Cidades, os Estados e a União
se comprometa, analise com cuidado.

http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2007-2010/2009/decreto/d6949.htm



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Discriminação em Vitória da Conquista.

Aqui em Vitória da Conquista, quando o portador de deficiência está dentro do ônibus por exemplo no terminal de ônibus Lauro de Freitas, ele é discriminado, os usuários descem primeiro e por último os cadeirantes, a porta que tem acesso ao elevador de acessivlidade é aberta para que todos os passageiros possam sair, ai sim nós cadeirantes vamos descer, se todos tem pressa para chegarem em seus compromissos, nós também não o temos? ou será que pensam que não marcamos consultas médicas, trabalhamos e vivemos como todos?, sugiro à Câmara de Vereadores de Vitória da Conquista fazer uma lei tal qual em São Paulo, a porta de acesso ao elevador seja exclusividade e a condição de parar fora do ponto, pois alguns cadeirantes vivem sem acompanhantes e dependendo da lesão o parar no lugar mais próximo de seu objetivo é uma forma de facilitar a vida da pessoa com deficiência.



Esta foto foi tirada em São Paulo



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